Semana de Liturgia – Conheça a programação e participe

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O que está no centro da Liturgia e da Catequese da Igreja é o Mistério Pascal de Jesus Cristo. O seu Mistério é indissolúvel ao Mistério da Igreja, seu corpo. Os que creem em Jesus participam profundamente de sua vida e do seu destino e expressam esta participação no testemunho e na celebração [batismo-eucaristia]. Por isso, Maria e os santos ocupam lugar importante na liturgia da Igreja.

O Calendário Litúrgico reformado pelo Concílio Vaticano II – com a sobriedade que lhe é própria – dedicou amplo espaço à memória da Mãe do Senhor no percurso do Ano Litúrgico: diz tudo o que há de essencial sem cair em minimalismo e sem exagero. Fiel à teologia mariana enraizada na tradição bíblica e patrística, a nova organização e os novos formulários possibilitam que o modo de celebrar manifeste e alimente uma profunda devoção a Maria, sem jamais perder a centralidade do Cristo, tal como é proclamado na Bíblia e celebrado na Liturgia.

Assim podemos superar o devocionalismo que reduz a devoção a Maria. Ensina o Concílio Vaticano II: “a verdadeira devoção não consiste numa emoção estéril e passageira, mas nasce da fé, que nos faz reconhecer a grandeza da Mãe de Deus e nos estimula a amar filialmente a nossa mãe e a imitar as suas virtudes” (LG 67). É possível mostrar a quem busca na Mãe o auxílio nas aflições da vida, o caminho que ela própria percorreu, a sua peregrinação na fé igual à nossa, a força que recebeu da Palavra que ela concebeu. Com Maria podemos aprender o seguimento de Jesus e a tomar parte nas lutas por um mundo melhor no qual “os poderosos são destronados e os humildes exaltados”.

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