DIÁRIO DE UM MINEIRO (DE MANHUAÇU-E-DA-ROÇA) EM PARIS Ato 03: 08 janvier.

Hoje, eu quero partilhar com vocês um outro olhar de Paris. Não o de um ponto da cidade, mas o de um ponto da minha alma de estudante em terras estrangeiras. Um ponto que nasceu com o meu primeiro dia de aula no Institute Catholique de Paris – fundado em 1875.

VOCÊ SABE O QUE É APRENDER “UMA OUTRA LÍNGUA” FORA DAS SUAS ORIGENS in loco naquele país do novo idioma? Vou partilhar…. É VOLTAR A SER COMO CRIANÇA APRENDENDO A FALAR

A escutar… a ter coragem de arriscar a balbuciar, a falar às primeiras palavras… a escrever… a sentir a musicalidade daquele novo idioma…, mas com uma diferença: quando criança a gente aprende a dar os primeiros passos “naturalmente”, sem sofrimento. Quando adulto isso não se dá sem “voltar a este lugar da criança”, porém com dificuldades e superações; erros e acertos nas palavras.

Sem falar que para chegar na escola de francês (casa do novo idioma), não tem mamãe e nem papai para levar segurando na mão e buscar não como é comum na infância hoje. Tem que ter mapa, planejamento, idas e vindas… erros e acertos. Aprendizagem contínua. Quebrar a cabeça e remonta-la na nova língua. – Ah se eu fosse falar desta outra escola entre a da minha casa (a comunidade sacramentina) e a do curso do (@Institutecatholiquedeparis) iriam rir e chorar comigo. Mas esta parte deixa para depois.  À DEMAIN! Até amanhã!

Pe. Marcelo Carlos, SSS.

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